Hoje penso que vivemos no mundo da individualidade e da fragilidade. Cada vez mais estamos nos tornando pessoas frageis e sem a menor sensibilidade com o nosso próximo. Não estou querendo dizer que isso é uma regra, mas em sua maioria as pessoas se tornaram frias e secas, sem afeto e sem sensibilidade. Nesse sentido, quero mostrar que Deus repudia tal atitude a partir da análise de sua Palavra.
A amizade é uma das caracteristicas principais que perpassa toda a palavra do Evalho, Jesus teve um grau muito forte de amizade com os que se aproximavam d'Ele, tanto que as falas de jesus não são muitas. Jesus tocava as pessoas com afeto, com uma sensibilidade. É a sensibilidade que faz uma amizade ser verdadeiramente confiavel e amavel, e esta transforma completamente a nossa vida se e somente se aceitarmos-a por completo.
Quando temos uma amizade verdadeira de sinceridade e de fé com uma pessoa estamos vivendo o que Deus conceitua como amizade. A amizade vem para limpar toda a fraqueza, toda a discordancia, toda a raiva ou intriga. Em I Cor. 13, 4 "O Amor é paciente, o amor é prestativo, não é invejoso, não se ostenta, não se incha de orgulho". Esse conceito de amor, pode ser perfeitamente aplicável a amizade, pois a mizade nos faz feliz. Sabemos que uma pessoa é amiga quando ao estarmos com ela estamos felizes, quando estamos fracos, mas a partir do momento em que encontramos não queremos mais sair de perto daquela pessoa.
Desse modo, a amizade é a perfeita sincronia com o Amor. E o afeto é o toque sensível de Deus em nosso coração. Pois, quando Jesus olhou nos olhos da prostituta não houve qualquer palavra, estava de cabeça baixa, ela levantou a cabeça, deve ter olhado ao seu redor, e Jesus com mansidão perguntou cadê os que te condenavam? Todos fram Embora? Vá você também eu também não te condeno. Jesus nos ensina a amizade que é tão rara em nossos dias, precisamos viver o que é próprio de Deus.Portanto, vivamos o amor e a amizade de Deus que Ele nos ensinou.
O litoral mais bunito do Brasil
A descida do Cabo Branco
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
terça-feira, 21 de setembro de 2010
O poder como manifestação das relações sociais
Vivemos um período extremamente complexo das relações sociais, onde cada vez mais procura-se o poder como obtenção de um status quo ao mesmo passo que vivemos uma dualidade de comportamentos. Se por um lado estar no topo do poder é viver socialmente legítimo, por outro lado é fazer a retórica do discurso para se alançar este poder. O poder permear-se-á todas as relaões cotidianas. E nos últimos trinta ou quarenta anos os grupos desfavorecidos da sociedade capitalista têm procurado exarcerbar suas vontades para fazer seus direitos prevalecerem.
Com isso se vê em uma completa necessidad de disputas entre os sexos, onde a mulher procura seu lugar no mercado de trabalho e o homem por sua vez quer se manter no lugar social por ele reinvindicado. No entanto, devemos visualizar que estas relações entre homem e mulher estão imbricadas por um poder que não é um poder simples, mas poderíamos denominar de poder político. Pois,é com este poder que temos a capacidade de transformar a sociedade em que vivemos. O poder a partir das palavras, dos objetos, das relações sociais estão muito ligados. Se deve organizar o nosso cotidiano para uma vida, onde todos os indivíduos possam ter um pouco de harmônia na sociedade. No entanto, nem sempre isso é possível.
Infelizmente vivemos em uma sociedade em que o poder é legitimado pelas esferas já citadas da sociedade.
Muitas vezes um determinado casal passa por uma "microfísica do poder" nas suas relações conjugais, pois se por um lado somos comandados muitas vezes pela mulher, porque ela sabe tomar melhor algumas decisões administrativas, estamos imbricados por comandar os filhos a obedecer os pais. São estas as ligações existentes dentro da família pelos laços de poder.
o que se pode retirar deste raciocíneo sobre o poder é que a cada dia devemos viver percebendo que estamos numa ligação de poder íntima e que não pode ser desprezada ao mesmo tempo que não podemos viver desligados desta linha de poder. Ao passo que quanto mais entende-se as relações de poder que permeiam o nosso cotidiano temos uma vivência maior e um entendimento maior das nossas necessidades.
Com isso se vê em uma completa necessidad de disputas entre os sexos, onde a mulher procura seu lugar no mercado de trabalho e o homem por sua vez quer se manter no lugar social por ele reinvindicado. No entanto, devemos visualizar que estas relações entre homem e mulher estão imbricadas por um poder que não é um poder simples, mas poderíamos denominar de poder político. Pois,é com este poder que temos a capacidade de transformar a sociedade em que vivemos. O poder a partir das palavras, dos objetos, das relações sociais estão muito ligados. Se deve organizar o nosso cotidiano para uma vida, onde todos os indivíduos possam ter um pouco de harmônia na sociedade. No entanto, nem sempre isso é possível.
Infelizmente vivemos em uma sociedade em que o poder é legitimado pelas esferas já citadas da sociedade.
Muitas vezes um determinado casal passa por uma "microfísica do poder" nas suas relações conjugais, pois se por um lado somos comandados muitas vezes pela mulher, porque ela sabe tomar melhor algumas decisões administrativas, estamos imbricados por comandar os filhos a obedecer os pais. São estas as ligações existentes dentro da família pelos laços de poder.
o que se pode retirar deste raciocíneo sobre o poder é que a cada dia devemos viver percebendo que estamos numa ligação de poder íntima e que não pode ser desprezada ao mesmo tempo que não podemos viver desligados desta linha de poder. Ao passo que quanto mais entende-se as relações de poder que permeiam o nosso cotidiano temos uma vivência maior e um entendimento maior das nossas necessidades.
terça-feira, 14 de setembro de 2010
A sociedade atual vive um problema de desinteresse intelectual, pois vive a cada dia em um apredizado para o simples, para o prático, para o agora: faz-se desse modo, um aluno mal preparado para o mercado de trabalho, para concurso, enfim, para vida. É nesse sentido, que procurarei fazer uma abordagem a respeito do ensino-aprendizagem de História na atualidade. Durante grande parte da história escolar do século XX e ainda presente na primeira década do século XXI, os alunos concebem a história como o estudo do passado.
No entanto, é responsabilidade do professor de história fazer com que estes estereotipos sejam rompidos, pois esse conceito histórico é ultrapassado e arcaíco. E infelizmente, utilizado na maioria das escolas de João Pessoa na Paraíba. Muito provavelmente essa abrdagem histórica ocorra pr dois motivos: primeiro, em virtude da desatualização profissional; e segundo, pelo tadicionalismo da maioria das escolas. Este método faz com que os alunos realmente pensem a história como o estudo do passado.
Gostaria de chegar o dia em que os alunos fossem despertados à leitura em sala de aula, como fazia nas aulas do CEB, quando utilizava pequenos trechos de agentes históricos envolvidos para faze-los entender e escreverem sobre o assunto, pois assim se sentiam parte integrante do processo histórico.
Desse modo, neste pequeno texto quero finalizar, dizendo que a História como processo de ensino-aprendizagem deve partir ds agentes históricos envolvidos, como, por exemplo, os professores, pois são parte fundamental desse processo, mas não únicos. Quando também devemos contar com a presença dos pais que muitas vezes renegam o ppel da educação exclusivamente a Escola. E para tanto, é necessário que cada professor invista na sua formação enquanto profissional e fundamente toda sua teoria para que o aluno percebe em você o que pode ser útil na sua formação e que possa desempenhar o papel verdadeiro de educador com valores éticos e morais, em uma sociedade que tende cada vez mais a cair no descrédito e no abandono pelo conhecimento. Se incentivarmos nossos alunos a lerem e escreverem estaremos fazendo profissionais tanto éticos como capacitados para um mercado extremamente competitivo.
Nesse sentido, quiz demonstrar que cada professor de história ou não deve estar atualizado com o processo de aprendiagem e que a família é agente importante nesse processo, e o aluno deve ser atr nesse processo também. E que no final do teatro todos tenham uma ótima apresentação para a sociedade que é o público.
No entanto, é responsabilidade do professor de história fazer com que estes estereotipos sejam rompidos, pois esse conceito histórico é ultrapassado e arcaíco. E infelizmente, utilizado na maioria das escolas de João Pessoa na Paraíba. Muito provavelmente essa abrdagem histórica ocorra pr dois motivos: primeiro, em virtude da desatualização profissional; e segundo, pelo tadicionalismo da maioria das escolas. Este método faz com que os alunos realmente pensem a história como o estudo do passado.
Gostaria de chegar o dia em que os alunos fossem despertados à leitura em sala de aula, como fazia nas aulas do CEB, quando utilizava pequenos trechos de agentes históricos envolvidos para faze-los entender e escreverem sobre o assunto, pois assim se sentiam parte integrante do processo histórico.
Desse modo, neste pequeno texto quero finalizar, dizendo que a História como processo de ensino-aprendizagem deve partir ds agentes históricos envolvidos, como, por exemplo, os professores, pois são parte fundamental desse processo, mas não únicos. Quando também devemos contar com a presença dos pais que muitas vezes renegam o ppel da educação exclusivamente a Escola. E para tanto, é necessário que cada professor invista na sua formação enquanto profissional e fundamente toda sua teoria para que o aluno percebe em você o que pode ser útil na sua formação e que possa desempenhar o papel verdadeiro de educador com valores éticos e morais, em uma sociedade que tende cada vez mais a cair no descrédito e no abandono pelo conhecimento. Se incentivarmos nossos alunos a lerem e escreverem estaremos fazendo profissionais tanto éticos como capacitados para um mercado extremamente competitivo.
Nesse sentido, quiz demonstrar que cada professor de história ou não deve estar atualizado com o processo de aprendiagem e que a família é agente importante nesse processo, e o aluno deve ser atr nesse processo também. E que no final do teatro todos tenham uma ótima apresentação para a sociedade que é o público.
Assinar:
Postagens (Atom)